quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

What's the limit?

















Sky's the limit...
When you spin around and lean on the other foot not to fall.
Limit is inside...
When a 2 thousand kg rock lays on your chest and gets you breathless.
Defeat limits...
When you up the head and doesn't see choices anymore.
Fear limits...
When you want to stop crying, and wondering, and wishing.
Disappointment limits...
When you walk on tiptoes not to step tiny, sharp rocks.
The limitations of the world...
When you feel like yelling at life, at a "they" you don't know the faces of.

Whose is the fight? What's the fight for? How to use the swords? When's the victory celebration?

Someone knocks the door at midnight... no! don't sack him! He's not a criminal... he just appreciates your porch's protection.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Autorreflexão

Eis o tipo de postagem que não pressupõe um leitor: um blog secreto, divulgado para poucas pessoas que leem em Português. Eu não preciso um ombro, anyway.... preciso de uma tela em branco e emoções para serem transcritas em palavras.

Já li em algum livro sagrado que "sem amor eu nada seria". Comparativamente ao que tenho vivido, posso jurar que o amor leva ao niilismo. Quando o outro te toma o pensamento 24 horas por dia, não te sobra tempo para olhar a si próprio, amar-se efetivamente e bastar-se para ser feliz.

O amor faz do amanhã o ideal de hoje.... não sei o que me trará o amanhã, portanto o hoje não faz mais sentido. Olho para os lados e tudo parece fora do lugar... ou quem está fora do lugar sou eu? Olho para dentro de mim e tudo parece fora do lugar... ou o lugar de fora não cabe dentro de mim?

Assustadoramente, começo a compreender o fluxo de pensamento Wertheriano. Me chame de pessimista, de louca, lunática, idiota, fraca... é o meu lado mais podre, talvez... mas é o lado aflorado por esse sentimento que me sufoca pelas limitações de tempo e espaço combinadas.

Na verdade, me sinto vulnerável. O controle da situação escorre entre meus dedos como areia seca na orla da praia. Vem o vento e a espalha...

Fecho os olhos e deixo a vida me levar. Uma lágrima molha o chão aqui, outra ali... um sorriso ilumina o caminho aqui, outro ali. O que está dentro do peito, talvez vá me matando aos poucos... talvez seja a fonte da minha vida.